Como são os que querem comover?
Como ver os que querem comoção?
Como sim como não
como vêm como veem
comover comoção.
Como? Veem o que são?
Sim, e como comovem!
Postado por Mateus Campos
Como são os que querem comover?
Como ver os que querem comoção?
Como sim como não
como vêm como veem
comover comoção.
Como? Veem o que são?
Sim, e como comovem!
Postado por Mateus Campos
me disseram que Deus escreve certo por linhas
tortas; amanhã mesmo vou lhe comprar
um caderninho de caligrafia.
Postado por Mateus Campos
com toda a simpatia quando
em frente à pia, a tia Dora
disse que te adora.
Postado por Mateus Campos
A child needs no one to play with
friends it will never hear of
the garden of lonely dreams to dream about
a life of terderness we all got to
miss the days of old, selfishless love.
Then, the girl I danced with
butterflies in my stomach, and the one to talk to
in life’s darkest hour, the angel I cannot part with
all the warm caress to fill my soul with
the touch of someone unique.
Adulthood, the reason I still cry for
you, whom I cherished through and through
a long dark tunnel I go into
the evening, a place I will run to
take my hand and close my eyes.
The memento I want to be buried with
you by my side, a blessing to pray for
the last time a second will tick away
the sad moments I have caused and will account for
me, alone in the end with nobody I know, or like…
a child, who needs no one to play with…
Postado por Mateus Campos
A embriaguez de Inês
talvez seja o motivo
de tamanha insensatez.
Tomou uma, duas ou três?
E ofendeu outra vez quem nada fez.
Em sua desfaçatez acreditou
que falava japonês, chinês…
Tanto mais o refez que foi
parar no xadrez
às seis.
No fim do mês, disse:
- Admito a estupidez
não queria magoar ela, ele
nem vocês.
Postado por Mateus Campos
Catavento jogado aos quatro ventos
é o que sou.
O vento vem lento.
Atiro interrogações ao mar
mas ele não pára para
reparar no que acontece.
E o riacho?
Ele ri, acho.
Pelo menos o sol é solidário
e só, mas só.
Imita-me por inveja porque
durante algumas horas
queria não ter brilho algum.
A lua, no lugar dele,
não;
logo que ladeia a linha
do horizonte longe
traz consigo um exército.
Gosta de mostrar que tem amigos.
É então que percebo:
essa estranha, mas coerente explicação
se faz presente.
Olhar para natureza
é reconhecer-se num espelho.
Abandonada, confusa
Decidida, sorridente
Isolada, acolhida.
Ela é assim.
Sou cria sua
então eu também.
08/06/07 – 09:46 p.m.
Postado por Mateus Campos
Olhemos para cima
porque, acima de tudo
mesmo aqui de baixo
nada parece ter a proporção certa.
E uma certa porção de nada
vista de cima
parece ser menos ainda.
30/05
Postado por Mateus Campos