O nascer de uma metáfora

Você quer um copo d’água?

Eu quero. Traz meio vazio para mim.

Não, vou trazer um pequeno completamente cheio, então.

 

 

 

Disse, mas naquele momento nem me dei conta. Ela, prontamente, rebateu sobre a metáfora contida nas palavras. Fiz bem em anotar, apesar de a reprodução não me parecer tão exata como gostaríamos.

Preencher os espaços com algum sentimento, seja ele da natureza que for. Entre nós jamais poderá ser frio, e ela sabe. A plenitude do copo cheio, transbordando com o que representa vida. Faltar, sobrar, jamais – quero que seja intenso, vívido, completo, total. E, acima e antes de tudo, quero ser o seu eterno fornecedor – de alegrias, preferencialmente.

Postado por Mateus Campos & Mariana Rocha de Freitas

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