Continuity

A child needs no one to play with
friends it will never hear of
the garden of lonely dreams to dream about
a life of terderness we all got to
miss the days of old, selfishless love.

Then, the girl I danced with
butterflies in my stomach, and the one to talk to
in life’s darkest hour, the angel I cannot part with
all the warm caress to fill my soul with
the touch of someone unique.

Adulthood, the reason I still cry for
you, whom I cherished through and through
a long dark tunnel I go into
the evening, a place  I will run to
take my hand and close my eyes.

The memento I want to be buried with
you by my side, a blessing to pray for
the last time a second will tick away
the sad moments I have caused and will account for
me, alone in the end with nobody I know, or like…

a child, who needs no one to play with…

Postado por Mateus Campos

A sublime troca

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“A troca” há de ser um dos filmes mais belos que vi recentemente. Se houvesse alguma premiação que coroasse o conjunto de atores, o elenco desse filme mereceria com louvor. Não há nenhuma atuação ruim, desde Christine Collins, a personagem de Angelina Jolie, até os primos do cruel rancho (atente para a atuação de gente grande do garotinho) e os funcionários da polícia, passando pelo médico do manicômio. Isso sem falar no sempre impecável John Malkovich, o indefectível. Acredito que o filme deixa bem claro que a polícia jamais pôde ser confiável, desde os tempos mais distantes. Uma pena que o longa não teve tanta exposição quanto outros que disputaram várias categorias do Oscar, mas Eastwood mostrou mais uma vez do que é capaz.

Sem mais.

Postado por Mateus Campos